O sonus vivente: fenomenologia da voz sem corpo
Palabras clave:
Eco, Ser-linguagem, Fenomenologia da voz, IterabilidadeResumen
Este ensaio examina o ser-linguagem da ninfa Eco a partir de uma articulação entre a fenomenologia heideggeriana da linguagem como acontecimento e a teoria das esferas de Peter Sloterdijk. Partindo do castigo de Juno, lido como ato de proscrição semiótica que retira de Eco a iniciativa enunciativa sem extinguir sua existência vocal, o ensaio percorre quatro movimentos analíticos: a aporia do caminho-para-a-linguagem sem origem própria; a configuração tensiva de um ser cuja intensidade é máxima e cuja extensidade é inteiramente determinada pelo outro; a fenomenologia da voz sem corpo como câmara de ressonância infraestrutural.
Citas
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