Revista Hypnos
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<p><strong>Revista <em>Hypnos</em></strong> <br />ISSN Impresso 1413-9138 | ISSN Eletrônico 2177-5346<br /><br /></p> <p><a title="Edições Anteriores" href="https://hypnos.org.br/index.php/hypnos/issue/archive"><strong>Edições Anteriores</strong></a><br /><br /></p> <p><a title="Indexação e Catalogação" href="https://hypnos.org.br/index.php/hypnos/indexadores"><strong>Indexação e Catalogação</strong></a></p>pt-BRRevista Hypnos1413-9138<p>O conteúdo dos manuscritos enviados é de responsabilidade exclusiva dos autores. Os textos devem ser originais. Caso tenham sido publicados em alguma revista não brasileira, o autor deve claramente indicar o nome, número e data da publicação e país. A editoria decidirá sobre o interesse em publicar na Hypnos.</p><p>O conteúdo dos manuscritos foi tácita ou explicitamente aprovada pela autoridades responsáveis onde se realizou a pesquisa.</p><p>Se aceito o manuscrito, o autor concorda em permitir sua publicação pela revista Hypnos, declinando de ganhos pecuniários decorrentes de direitos autorais. Caso o manuscrito venha a ser posteriormente publicado em outros meios, o autor concorda em fazer constar os créditos da primeira publicação na subsequente.</p><p>Caso o documento submetido inclua figuras, tabelas ou seções extensas de texto previamente publicados, o autor se declara responsável por ter obtido permissão dos detentores originais dos direitos autorais desses itens, tanto para a publicação em linha quanto impressa desta revista. Todo material com direitos autorais deve ter créditos adequadamente atribuídos no manuscrito.</p>As mulheres de Esparta: suas conquistas e seus desassossegos
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<p>Este artigo visa descrever a condição das mulheres espartanas em contraste com a de outras mulheres gregas. O objetivo é mostrar como as exigências e as realidades da vida familiar e cívica fizeram delas mulheres vigorosas, porém submissas desse vigor. Enquanto seus maridos e/ou seus filhos lutavam em excursões bélicas pelos interesses da pátria (que nem sempre eram os deles ou os delas), sobre elas recaía a obrigação de gerir as atividades cotidianas da vida familiar. Dedicadas a cuidar da administração da casa, dos idosos, das crianças, dos escravos, dos bens e das propriedades, foram elas, em suma, que vieram a ser as senhoras (kyríai) de Esparta.</p>Miguel Spinelli
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2026-10-292026-10-2957135148Individuação e identidade diacrônica em Aristóteles: matéria, forma e o estatuto ontológico das formas substanciais
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<p align="justify">Este artigo investiga a relação entre o problema da individuação e o estatuto ontológico das formas substanciais em Aristóteles. A partir da distinção entre individuação sincrônica e diacrônica, examinamos a tese de M. Frede de que a identidade ao longo do tempo exige formas individuais. Consideramos uma objeção a essa tese e a alternativa universalista segundo a qual a identidade de objetos materiais pode ser explicada pela interação de matéria e forma na substância composta. Argumentamos que o problema da individuação não é suficiente para decidir o estatuto ontológico das formas.</p>Pedro Teixeira Zanchin
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2026-10-292026-10-2957149160Del paradigmatismo perfecto al paradigmatismo eidético: una reconstrucción del paradigma platónico
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<p>Este artículo propone una reconstrucción del paradigmatismo platónico como una estructura relacional que articula distintos niveles de realidad, que llamo “paradigmatismo eidético”. Frente a la interpretación de “paradigmatismo perfecto”, defendida por Gail Fine, y a la de los hacedores de verdad propuesta por Dirk Baltzly, sostengo que la diferencia entre el paradigma sensible y el paradigma eidético no reside en una función explicativa distinta, sino en la naturaleza ontológica de la entidad que ocupa el lugar de paradigma. A partir del análisis de República, Fedón, Timeo y del Argumento de los Relativos de Aristóteles, se defiende que Platón parte de una única estructura paradigmática con dos modalidades: sensible y eidética.</p>Jesús Alfonso Peña Raigoza
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2026-10-292026-10-2957161184Telos, función y uso propio de las cosas producidas por techne en Aristóteles
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<p><span style="font-weight: 400;">Aristóteles utiliza el concepto de telos, en pasajes de la Física, la Metafísica, la Ética Eudemia y la Política, como una propiedad causal relevante de las cosas existentes que integra su teoría de la causalidad. Postula que toda cosa producida por techne (τέχνη) posee un telos (τέλος), una función (ἔργον) y un uso (χρῆσις). El filósofo argumenta que sólo existe un uso propio, el cuál está determinado por el telos. Para él, el telos no es solo la causa principal de la existencia de los productos de la techne, sino también lo que define su función y, en consecuencia, su uso apropiado. Este artículo reconstruye los argumentos de Aristóteles para defender esta distinción conceptual y mostrar de qué manera el telos de un producto artificial fundamenta su funcionalidad y separa su uso intencional de cualquier uso accidental.</span></p>Emilio Mena Salazar
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2026-10-292026-10-2957185198El himno de carácter ritual: el caso de los Himnos órficos
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<p>Este artículo propone una aproximación al género hímnico en el mundo grecorromano para analizar sus formas, funciones y como, a través de su labor de composición y ejecución, constituyeron en un tipo de ofrenda poética a los dioses. Como ejemplo de lo anterior abordamos los <em>Himnos órficos</em>, un himnario de carácter ritual utilizado por una asociación de culto dionisiaca en época imperial. Esta colección convoca la presencia favorable de un gran número de dioses mediante la acumulación de epítetos que destacan su genealogía, hazañas y poder con el fin, no solo de obtener el favor divino, sino honrarlos a través del poder de la palabra y la quema de ofrendas aromáticas.</p>María Alejandra Escobar Velázquez
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2026-10-292026-10-2957199223O sonus vivente: fenomenologia da voz sem corpo
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<p>Este ensaio examina o ser-linguagem da ninfa Eco a partir de uma articulação entre a fenomenologia heideggeriana da linguagem como acontecimento e a teoria das esferas de Peter Sloterdijk. Partindo do castigo de Juno, lido como ato de proscrição semiótica que retira de Eco a iniciativa enunciativa sem extinguir sua existência vocal, o ensaio percorre quatro movimentos analíticos: a aporia do caminho-para-a-linguagem sem origem própria; a configuração tensiva de um ser cuja intensidade é máxima e cuja extensidade é inteiramente determinada pelo outro; a fenomenologia da voz sem corpo como câmara de ressonância infraestrutural.</p> <p> </p>Daniel Perico Graciano
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2026-10-292026-10-2957224248