A escuta como terapia em Plutarco: uma leitura foucaultiana

Fabiano Incerti

Resumo


Este trabalho pretende investigar a importância da escuta na Antiguidade greco-romana, especialmente em dois tratados de Plutarco, como um exercício capaz de efetuar no sujeito a cura para uma enfermidade que ele designava quase incurável: a tagarelice. A partir dos últimos cursos e escritos de Michel Foucault poderemos perceber de que forma a escuta representou uma prática essencial para a subjetivação da verdade, que servia de defesa contra os acontecimentos imprevistos ou infelizes da existência e, principalmente, para uma terapia das enfermidades da alma.

Palavras-chave


escuta; verdade; cura; Foucault

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