Dificuldade e beleza em um parricídio que não há (Platão, Sofista, 236e-237a)

André Luiz Braga da Silva

Resumo


Trata-se de investigar acerca da relação do Estrangeiro de Eléia, personagem do Sofista, com o filósofo Parmênides de Eléia, a quem ele chama de “pai”. O foco desta análise é a idéia de refutação ou “parricídio” do último nas mãos do primeiro. Tal refutação diria respeito ao reconhecimento que faz o Estrangeiro de certa realidade do não ser, a qual havia sido totalmente interdita pelo mestre eleata. O estudo defenderá a idéia de inexistência de refutação, ou parricídio do filósofo eleata, por parte de seu discípulo.

Palavras-chave


Platão, Parmênides, Sofista, não ser

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